Sílvia Domingos pela 1ª vez presente na qualificação do Euro Sub-17

A árbitra algarvia Sílvia Domingos foi nomeada pela primeira vez para para dirigir jogos do Apuramento do Campeonato da Europa de Sub-17, na condição de árbitra principal .

Nomeações Árbitros LPFP

Confira as nomeações dos árbitros da Liga ZonSagres e Orangina

Nomeações Árbitros FPF

Confira as nomeações dos árbitros dos campeonatos nacionais de seniores e camadas jovens

Pedro Proença: «Está limpa a imagem do Apito Dourado»

Pedro Proença comentou, esta terça-feira, a sua passagem pelo Campeonato da Europa.

Análise de época da FPF: Eugénio Arêz desce à terceira categoria nacional

Eugénio Arêz ficou a saber, que foi despromovido à terceira categoria, terminando no 31º lugar da classificação dos árbitros.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Jorge Larrionda retira-se da arbitragem


Jorge Larrionda, do Uruguai, foi um dos melhores árbitros do mundo, mas decidiu-se retirar no final de 2011, tem apenas 43 anos de idade e teria mais dois anos de arbitragem internacional. Sua retirada precoce parece ser causada por uma proposta recebida da FIFA para participar no Comitê de Arbitragem.
Além das duas Copas do Mundo, Larrionda participou em duas Copa Américas (2001, 2007), Copa das Confederações (2003, 2009), Jogos Olímpicos de 2004, FIFA U-20 World Cup 2005, bem como Copa Libertadores e Copa Sul-Americana Copa.

Larrionda tornou-se árbitro FIFA em 1998 e a sua carreira em alto nível começou com um momento muito controverso. Em 2002, ele foi seleccionado seleccionado como árbitro para a Copa do Mundo na Coreia / Japão, mas foi suspenso por seis meses. Larrionda foi um dos cinco árbitros suspensos para o que o presidente do conselho uruguaio descrito como "irregularidades que foram denunciados por outros árbitros". Quatro anos mais tarde, ele foi nomeado para a Copa do Mundo e ele foi para a Alemanha, onde ele expulso três jogadores nos EUA - Italia, a FIFA parecia estar satisfeita e nomeou-o para a meia-final França - Portugal.  Larrionda foi considerado como um potencial candidato para a grande final do mundial de 2010, mas, infelizmente, ele teve que deixar a África do Sul pela porta dos fundos após o jogo da Alemanha - Inglaterra, por causa do famoso golo de lampard.

Taça da Liga: Carlos Xistra no V. Guimarães-Benfica

O árbitro Bruno Paixão (AF Setúbal) foi ontem nomeado pela secção profissional do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para arbitrar o Vitória de Guimarães-Benfica, da primeira jornada da terceira fase da Taça da Liga.
O embate entre os vimaranenses e os «encarnados» está marcado para as 20:45 de terça-feira e está integrado no Grupo B, que abre segunda-feira no Funchal, com o Marítimo-Santa Clara, arbitrado por Jorge Ferreira (Braga).

Por seu lado, Cosme Machado (Braga) foi nomeado para o embate entre o Rio Ave e o Sporting, do Grupo A, marcado para segunda-feira, enquanto Hugo Miguel (Lisboa) está terça-feira no Nacional-Sporting de Braga, do Grupo C.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Bomba em Angola: FIFA retira insígnias a árbitro Hélder Martins


A FIFA decidiu retirar ao angolano Hélder Martins as insígnias de árbitro internacional, uma notícia que caiu que nem uma bomba em Angola. A Federação diz desconhecer ainda os motivos para tal afastamento e garante já ter pedido esclarecimentos, via Confederação Africana de Futebol.

Hélder Martins, o mais categorizado árbitro angolano da actualidade, recebeu as insígnias em 2008 e foi chamado para diversas competições relevantes, como o CAN de 2010, um Campeonato do Mundo de sub-17 e diversos jogos de destaque das Afrotaças e da fase de apuramento para o CAN de 2010 e 2012 e Mundial de 2010.

Hélder Martins está incontactável no Brasil e apenas hoje deverá chegar a Luanda, aguardando por mais esclarecimentos para se pronunciar.

«Hélder Martins era o nosso porta-bandeira nas competições da CAF e da FIFA. É uma baixa grande o afastamento inesperado do nosso árbitro de referência. Estamos tristes», comentou Carvalho Neto, presidente da Comissão Central de Árbitros.

Já o vice-presidente da Associação de Árbitros de Angola (AAFA), Canda da Costa, considerou precipitada a decisão tomada. «Perante qualquer gravidade, se isso aconteceu, seria instaurado um inquérito para se apurar os factos e não o afastamento definitivo como aconteceu. Aguardamos por esclarecimentos», disse.

Expulsão por engano

Uma das explicações para este afastamento pode passar pelo polémico jogo entre Camarões e Senegal, de apuramento para o CAN 2012, em Junho passado, que terminou empatado a zero e com duas expulsões de jogadores senegaleses e do seu seleccionador Amara Traore.

Acontece que Hélder Martins expulsou um jogador por engano, Souleymane Diawara, que confundiu com Issiar Dia, julgando que lhe estava a mostrar o segundo amarelo, quando era, na verdade, o primeiro. A CAF, após ver as imagens, acabou por retirar o castigo a Diawara.

O jogo foi tão polémico que até o primeiro ministro do Senegal, Souleymane Ndene Ndiaye, se meteu ao barulho, exigindo a irradiação de Hélder Martins e acusando-o de ter prestado um favor aos Camarões por influência do presidente da CAF, Issa Hayatou, também ele camaronês.

Fontes ligadas à arbitragem admitem que esse jogo pode ter algo a ver com a decisão da FIFA, mas a verdade é os erros graves não seriam suficientes para uma posição radical, antes para outro tipo de punições.

Certo é que a FIFA acredita que algo de grave se passou, neste ou noutro jogo, para retirar a Hélder Martins as insígnias de árbitro internacional. Neste momento, as perguntas são mais do que as respostas.

Profissionalização dos árbitros deve avançar mas por etapas

Relatório recomenda que árbitros assinem contratos de trabalho com as federações, deixando em aberto a possibilidade de não haver exclusividade.

Deve ou não avançar-se para a profissionalização dos árbitros? Se sim, qual o melhor caminho para o fazer? Estas foram as duas perguntas colocadas pelo Governo e o grupo de trabalho criado para discutir o tema responde claramente que o caminho é os árbitros serem profissionais, embora esta mudança deva ser feita por etapas, começando com um grupo restrito de juízes de futebol e podendo eventualmente ser alargada a outras modalidades mais tarde.

“Houve um largo consenso no grupo de trabalho de que se deve caminhar por etapas para a profissionalização dos árbitros e que esta deve começar no âmbito do futebol, nas competições profissionais”, explicou ao PÚBLICO João Leal Amado, o jurista que presidiu ao grupo de trabalho criado para debater a arbitragem. “A primeira, e provavelmente a única modalidade, que tem condições para o fazer, até pelas questões financeiras, é o futebol”, acrescentou este professor de Direito em Coimbra.

No relatório que será hoje apresentado publicamente e a que o PÚBLICO teve acesso, os membros deste grupo de trabalho afirmam que “poucas dúvidas surgiram quanto à necessidade e conveniência de profissionalização dos árbitros internacionais (a pequena parte no topo da carreira)”.

No caso do futebol — modalidade em que jogadores e treinadores são profissionais e que os jogos são transmitidos pela televisão —, o grupo de trabalho assume até “que raia o ridículo que um árbitro se apresente como alguém que se dedica, a título profissional, a outro tipo de actividade (empregado bancário, funcionário público, etc.), surgindo no terreno de jogo como um amador, como alguém que se dedica à arbitragem por puro deleite ou por “espírito de missão”, mas sem fazer disso a sua actividade principal”.

Apesar da defesa acérrima da solução de os árbitros serem profissionais, vista como uma forma de melhorar a sua preparação e reduzir os erros, os membros do grupo também avisam que a ela não funcionará como “uma panaceia”: “Não irá terminar com os erros de quem decide. Tal como, aliás, a profissionalização dos atletas não impede que estes falhem, tantas e tantas vezes, durante a competição desportiva. Tal como, de resto, a profissionalização dos treinadores não impede que estes errem e se enganem amiúde”, lê-se no relatório.

Respondida a primeira questão, o grupo de trabalho partiu então para a segunda pergunta, debruçando-se sobre a melhor forma de o fazer. Sempre salientando que o processo deve ser conduzido com “prudência”, o grupo de trabalho propõe como melhor solução jurídica os árbitros terem um contrato de trabalho (e não de prestação de serviços) com as federações ou ligas profissionais, aconselhando ao Governo que deixe alguma margem de liberdade.

“As federações e os árbitros disporiam, assim, de liberdade para eleger a modalidade contratual que fosse considerada preferível, em função da realidade subjacente a cada modalidade desportiva (por exemplo, escolhendo entre o contrato de trabalho a termo ou sem termo), quanto aos direitos e deveres de cada uma das partes (por exemplo, exigindo ou não exclusividade ao árbitro), quanto à retribuição do árbitro e ao tempo de trabalho e quanto às formas de extinção do contrato (por exemplo, prevendo a extinção do mesmo em caso de avaliação negativa do árbitro, no final da época desportiva)”, lê-se no relatório destes peritos. O documento admite que a exclusividade seria o ideal, mas também refere que essa imposição poderia afastar “árbitros com qualidade” e que não estarão dispostos a dedicar-se em exclusivo a esta actividade.


Quem são?


O grupo de trabalho sobre a profissionalização dos árbitros foi liderado por João Leal Amado, professor de Direito na Universidade de Coimbra. Os outros seis membros do grupo foram Júlio Gomes (docente de Direito na Universidade Católica do Porto), Lúcio Miguel Correia (jurista), Vicente Moura (presidente do Comité Olímpico de Portugal), Henrique Torrinha Cardoso (representante da Confederação do Desporto de Portugal), Carlos Esteves (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol) e Vítor Pereira (ex-presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e novo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, após as eleições de 10 de Dezembro).

In:Publico

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Algarvia Sílvia Domingos já é internacional

A árbitra algarvia Sílvia Domingos irá em Janeiro de 2012 receber as insignias da FIFA, ao fim de algum tempo foi finalmente lhe retribuido todo o esforço e dedicação á nobre causa a arbitragem. Será um momento muito importante para a arbitragem do Algarve e para a Sílvia Domingos e o início de uma carreira de árbitra Internacional que irá durar imensos anos levando certamente Sílvia ao Top da arbitragem feminina mundial muito brevemente. Parabéns Sílvia Domingos por orgulhares com brilhantismo os árbitros do argarve e da arbitragem nacional.

Deixamos em baixo os quadros de árbitros Euro 2012


MASCULINO:

Elite Group:
Martin Atkinson (ENG), Olegário Benquerenca (POR), Kevin Blom (NED), Felix Brych (GER), Cüneyt Çakir (TUR), Mark Clattenburg (ENG), Jonas Eriksson (SWE), Viktor Kassai (HUN), Björn Kuipers (NED), Stéphane Lannoy (FRA), Florian Meyer (GER), Svein Oddvar Moen (NOR), Pedro Proenca (POR), Nicola Rizzoli (ITA), Gianluca Rocchi (ITA), Damir Skomina (SVN), Wolfgang Stark (GER), Paolo Tagliavento (ITA), Craig Thomson (SCO), Alberto Undiano (ESP), Carlos Velasco Carballo (ESP), Howard Webb (ENG)

Elite Development Group:
Firat Aydinus (TUR), Marcin Borski (POL), Tony Chapron (FRA), William Collum (SCO), David Fernández Borbalán (ESP), Manuel Gräfe (GER), Tom Harald Hagen (NOR), Alan Kelly (IRL), Pavel Kralovec (CZE), Milorad Mazic (SRB), Bas Nijhuis (NED), Daniele Orsato (ITA), Peter Rasmussen (DEN), Aleksandar Stavrev (MKD), Robert Schörgenhofer (AUT), Marijo Strahonja (CRO), Markus Strömbergsson (SWE)

First Group:
Serge Gumienny (BEL), Aleksei Kulbakow (BLR), Stanislav Todorov (BUL), Ivan Bebek (CRO), Leontios Trattou (CYP), Libor Kovarik (CZE), Mike Dean (ENG), Andre Marriner (ENG), Lee Probert (ENG), Antonio Mateu Lahoz (ESP), Carlos Clos Gómez (ESP), Eduardo Iturralde González (ESP), Fernando Teixeira Vitienes (ESP), Hannes Kaasik (EST), Tony Asumaa (FIN), Laurent Duhamel (FRA), Said Ennjimi (FRA), Fredy Fautrel (FRA), Antony Gautier (FRA), Deniz Aytekin (GER), Anastassios Kakkos (GRE), Michael Koukoulakis (GRE), István Vad (HUN), Kristinn Jakobsson (ISL), Menashe Masiah (ISR), Alon Yefet (ISR), Luca Banti (ITA), Antonio Damato (ITA), Gediminas Mazeika (LTU), Pol van Boekel (NED), Mark Courtney (NIR), Tommy Skjerven (NOR), Pawel Gil (POL), Robert Malek (POL), Bruno Miguel (POR), Duarte Gomes (POR), Manuel de Sousa (POR), Pavel Balaj (ROU), Ovidiu Alin Hategan (ROU), Alexandru Tudor (ROU), Vladislav Bezborodov (RUS), Sergei Karasev (RUS), Maksim Layushkin (RUS), Aleksei Nikolaev (RUS), Euan Norris (SCO), Sascha Kever (SUI), Stephan Studer (SUI), Cyril Zimmermann (SUI), Matej Jug (SVN), Martin Hansson (SWE), Stefan Johannesson (SWE), Daniel Stalhammar (SWE), Hüsseyin Göcek (TUR), Bülent Yildirim (TUR), Simon Evans (WAL)

Second Group:
Emir Aleckovic (BIH), Sandor Andó-Szabó (HUN), Ievgenii Aranovski (UKR), Stuart Attwell (ENG), Ionut Marius Avram (ROU), Mauro Bergonzi (ITA), Espen Berntsen (NOR), Alan Black (NIR), Tamás Bognar (HUN), Sergii Boiko (UKR), Marco Borg (MLT), Ruddy Buquet (FRA), Lars Christoffersen (DEN), Andrea de Marco (ITA), Alexandru Deaconu (ROU), Sébastien Delferiere (BEL), Neil Doyle (IRL), Oliver Drachta (AUT), Jérome Efong Nzolo (BEL), René Eisner (AUT), Aleksei Eskov (RUS), Mihaly Fabian (HUN), Marco Fritz (GER), Mattias Gestranius (FIN), Vlado Glodjovic (SRB), Eli Hacmon (ISR), Kenn Hansen (DEN), Lorenc Jemini (ALB), Ken Henry Johnsen (NOR), Bosko Jovanetic (SRB), Jakob Kehlet (DEN), Thorsten Kinhöfer (GER), Knut Kircher (GER), Aleksandar Kostadinov (BUL), István Kovacs (ROU), Ivan Kruzliak (SVK), Artyom Kuchin (KAZ), Harald Lechner (AUT), Michael Lerjeus (SWE), Liran Liany (ISR), Richard Liesveld (NED), Bobby Madden (SCO), Danny Makkelie (NED), Szymon Marciniak (POL), Paolo Mazzoleni (ITA), Steven McLean (SCO), Dimitar Meckarovski (MKD), César Muniz Fernández (ESP), Antti Munukka (FIN), Michael Oliver (ENG), Halis Özkahya (TUR), Marios Panayi (CYP), Radek Prihoda (CZE), Pavle Radovanovic (MNE), Artur Soares Dias (POR), Anar Salmanov (AZE), Viktor Shvetsov (UKR), Anastassios Sidiripoulos (GRE), Hubert Siejewicz (POL), Ilias Spathas (GRE), Martin Strömbergsson (SWE), Stanislav Sukhina (RUS), Olivier Thual (FRA), Kristo Tohver (EST), Richard Trutz (SVK), Clément Turpin (FRA), Jan Valasek (SVK), Paolo Valeri (ITA), Slavko Vincic (SVN), Ante Vucemilovic-simunovic jr (CRO), Michael Weiner (GER), Mark Whitby (WAL), Carlos Xistra (POR), Nikolay Yordanov (BUL), Miroslav Zelinka (CZE), Felix Zwayer (GER)

Third Group:
Anatoliy Abdula (UKR), Vusal Aliyev (AZE), Ioannis Anastasiou (CYP), Dennis Antamo (FIN), Aleksandrs Anufrijevs (LVA), Thorvaldur Arnason (ISL), Andranik Arsenyan (ARM), Suren Baliyan (ARM), Veaceslav Banari (MDA), Damir Batinic (CRO), John Beaton (SCO), Alain Bieri (SUI), Sven Bindels (LUX), Alexendre Boucaut (BEL), Johnny Casanova (SMR), Kevin Clancy (SCO), Raymond Crangle (NIR), Nikola Dabanovic (MNE), Sergiy Dankovskyy (UKR), Oleksandr Derdo (UKR), Vasilis Dimitriou (CYP), Vadims Direktorenko (LVA), Nerijus Dunauskas (LTU), Aleksander Gauzer (KAZ), Athanassios Giachos (GRE), Serdar Gözübüyük (NED), Orel Greenfeld (ISR), Gerhard Grobelnik (AUT), Danilo Grujic (SRB), Leonardo Guidi (SMR), Dag Vidar Hafsas (NOR), Markus Hameter (AUT), Nikolaj Hänni (SUI), Alexander Harkam (AUT), Anders Hermansen (DEN), Thoroddur Hjaltalin (ISL), Roman Hrubes (CZE), Arnold Hunter (NIR), Adrien Jacottet (SUI), Jari Järvinen (FIN), Michael Johansen (DEN), Huw Jones (WAL), Gunnar Jónsson (ISL), Enea Jorgji (ALB), Jovan Kaludjerovic (MNE), Vladimir Kazhmenko (RUS), Davit Kharitonashvili (GEO), Stephan Klossner (SUI), Petros Konstantineas (GRE), Laurent Kopriwa (LUX), Peter Kralovic (SVK), Levan Kvaratskhelia (GEO), Jonathan Lardot (BEL), Christopher Lautier (MLT), Joao Ferreira (POR), Adam Lyczmanski (POL), Radek Matejek (CZE), Vitaly Meshkov (RUS), Yuriy Mozharovskyy (UKR), Ádám Németh (HUN), Christos Nicolaides (CYP), Tolga Özkalfa (TUR), Bardhyl Pashaj (ALB), Radu Marian Petrescu (ROU), Dawid Piasecki (POL), Elmir Pilav (BIH), Clayton Pisani (MLT), Nikola Popov (BUL), Igor Pristovnik (CRO), Petur Reinert (FAR), Chris Reisch (LUX), Robert Rogers (IRL), Eiko Saar (EST), Pavel Saliy (KAZ), Alan Sant (MLT), Joao Capela (POR), Igor Satchi (MDA), Vital Sevastsyanik (BLR), Dzianis Shcharbakou (BLR), Eitan Shmulevitz (ISR), Ghennadi Sidenco (MDA), Lasha Silagava (GEO), Sergejus Slyva (LTU), Wim Smet (BEL), Goran Spirkoski (MKD), Ivaylo Stoyanov (BUL), Padraigh Sutton (IRL), Andris Treimanis (LVA), Stavros Tritsonis (GRE), Siarhei Tsynkevich (BLR), Michael Tykgaard (DEN), George Vadachkoria (GEO), Ognjen Valjic (BIH), Mikhail Vilkov (RUS), Ignasi Villamayor (AND), Anatoliy Vishnichenko (UKR), Vladimir Vnuk (SVK), Domagoj Vuckov (CRO), Mileno Vukadinovic (SRB), Luc Wouters (BEL), Yunus Yildirim (TUR), Georgi Yordanov (BUL), Fariz Yusifov (AZE), Mitja Zganec (SVN)


FEMININO:

Elite Group:

Teodora Albon (ROU), Natalia Advochenko (RUS), Christine Baitinger (GER), Cristina Dorcioman (ROU), Gyöngyi Gaál (HUN), Kirsi Heikkinen (FIN), Alexandra Ihringova (ENG), Efthalia Mitsi (GRE), Kateryna Monzul (UKR), Jenny Palmqvist (SWE), Christina Pedersen (NOR), Tanja Schett (AUT), Silvia Spinelli (ITA), Esther Staubli (SUI), Bibiana Steinhaus (GER)

First Group:
Jana Adamkova (CZE), Esther Azzopardi (MLT), Floarea Babadac (ROU), Sandra Braz Bastos (POR), Petra Chuda (SVK), Rhona Daly (IRL), Amy Fearn (ENG), Dilan Gökcek (TUR), Dr. Riem Hussein (GER), Ausra Kance (LTU), Sofia Karagiorgi (CYP), Katalin Kulcsar (HUN), Anja Kunick (GER), Gordana Kuzmanovic (SRB), Pernilla Larsson (SWE), Elia Maria Martinez Martinez (ESP), Yuliya Medvedeva (KAZ), Morag Pirie (SCO), Anastasia Pustovoitova (RUS), Paloma Quintero Siles (ESP), Karolina Radzik-Johan (POL), Carina Vitulano (ITA), Séverine Zinck (FRA)

Second Group:
Natalia Aleksakhina (UKR), Linn Andersson (SWE), Lilach Asulin (ISR), Sabine Bonnin (FRA), Marija Damjanovic (CRO), Sjoukje De Jong (NED), Stéphanie Frappart (FRA), Simona Ghisletta (SUI), Knarik Grigoryan (ARM), Florence Guillemin (FRA), Mihaela Gurdon Basimamovic (CRO), Zuzana Kovacova (SVK), Lina Lehtovaara (FIN), Marina Mamayeva (RUS), Leen Martens (BEL), Dimitrina Milkova (BUL), Monika Mularczyk (POL), Betina Norman (DEN), Aneliya Sinabova (BUL), Marte Sörö (NOR), Hilal Tuba Tosun Ayer (TUR)

Third Group:
Konstantina Boumpouri (GRE), Vesna Budimir (CRO), Cristina Bujor (ROU), Svetlana Ceban (MDA), Berta Maria Correia Tavares Teixeira (POR), Virginie Derouaux (BEL), Giovanna Farinelli (ITA), Tania Fernandes Morais (LUX), Acedo Frias (ESP), Sarah Garratt (ENG), Irina Gavrilova (KAZ), Kamena Georgieva (BUL), Beatriz Gil Gozalo (ESP), Kadriye Gökcek (TUR), Désirée Grundbacher (SUI), Sabayel Gurbanova (AZE), Kristina Husballe (DEN), Ana Jovanovic (SRB), Venera Kahrij Muradova (AZE), Evgenia Kaskantiri (GRE), Eleni Lampadariou (GRE), Monica Larsen (NOR), Biljana Lukic (SRB), Alexandra Papaconstantinou (CYP), Ginta Pece (LVA), Vivian Peeters (NED), Sara Persson (SWE), Ruzanna Petrosyan (ARM), Iryna Petrova (UKR), Agnieszka Plaskocinska (POL), Ivana Projkovska (MKD), Silvia Andreia Rosa Domingos (POR), Sharon Sluyts (BEL), Nelli Stepanyan (ARM), Zuzana Strpkova (SVK), Tanja Subotic (SVN), Marianne Svendsen (DEN), Olga Tanschi (MDA), Irina Tereshchenko (RUS), Johanna Toropainen (FIN), Irina Turovskaya (BLR), Eszter Urban (HUN), Ivana Vlaic (BIH), Olga Zadinova (CZE), Justyna Zajac (POL), Donka Zheleva-Zerzieva (BUL)