A partir de 1950 a FIFA criou e instituiu a insígnia para os árbitros de futebol do seu quadro internacional, que reune a elite mundial destes profissionais. Estampar no peito este escudo é, certamente, motivo de orgulho e êxito na difícil carreira dos homens de preto. Poucos atingem tal status e apenas alguns deles conseguem escrever seu nome na história do futebol de maneira inconstestável.
O português Alberto Helder, um ex-árbitro lusitano, é um fanático e apaixonado historiador da arbitragem de futebol. Helder mantém um blog na internet sobre assuntos diversos relacionados à arbitragem e, recentemente, em um enorme esforço de pesquisa, conseguiu catalogar e colecionar os diferentes escudos de árbitro FIFA, desde o primeiro até o mais recente. É a primeira vez que um projeto deste tipo é feito, e Portugal sai na frente, contribuindo com a memória do futebol e dos seus árbitros.
O projeto contou com 60 doadores, advindos de 7 países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Suíça) e os exemplares recebidos somaram 166 unidades, incluindo itens repetidos. É interessante observar a evolução das insígnias ao longo do tempo, tanto no formato e desenho, quando na tecnologia do material utilizado.
Helder ofereceu à FIFA e à Federação Portuguesa de Futebol o seu acervo de forma gratuita, a fim de divulgar esta riqueza cultural do esporte bretão. Outras entidades também poderão requisitar o material para exibição, afirma o historiador. A ideia é que, caso haja retorno financeiro, isto seja revertido de forma beneficente aos projetos da ACREDITAR (Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro).
O Refnews parabeniza o patrício Alberto Helder por esta nobre e incomensurável iniciativa e se orgulha do feito realizado em nome da arbitragem mundial.
In:De Olho no Apito















Depois de ter saído a notícia de que Olegário Benquerença tinha chumbado na Prova do YOYO, muitas pessoas que não estão ligadas ao mundo da arbitragem ou do desporto ficaram sem perceber qual tinha sido exactamente o teste em que o árbitro internacional português tinha chumbado.
O resultado é determinado pela distância percorrida pelo atleta durante o teste e, posteriormente, transformado num cálculo de Consumo de Oxigênio (VO2).




