quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Curiosidade: História das insígnias de árbitros da FIFA

A partir de 1950 a FIFA criou e instituiu a insígnia para os árbitros de futebol do seu quadro internacional, que reune a elite mundial destes profissionais. Estampar no peito este escudo é, certamente, motivo de orgulho e êxito na difícil carreira dos homens de preto. Poucos atingem tal status e apenas alguns deles conseguem escrever seu nome na história do futebol de maneira inconstestável.
 

O português Alberto Helder, um ex-árbitro lusitano, é um fanático e apaixonado historiador da arbitragem de futebol. Helder mantém um blog na internet sobre assuntos diversos relacionados à arbitragem e, recentemente, em um enorme esforço de pesquisa, conseguiu catalogar e colecionar os diferentes escudos de árbitro FIFA, desde o primeiro até o mais recente. É a primeira vez que um projeto deste tipo é feito, e Portugal sai na frente, contribuindo com a memória do futebol e dos seus árbitros.
 

O projeto contou com 60 doadores, advindos de 7 países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Suíça) e os exemplares recebidos somaram 166 unidades, incluindo itens repetidos. É interessante observar a evolução das insígnias ao longo do tempo, tanto no formato e desenho, quando na tecnologia do material utilizado.
 

Helder ofereceu à FIFA e à Federação Portuguesa de Futebol o seu acervo de forma gratuita, a fim de divulgar esta riqueza cultural do esporte bretão. Outras entidades também poderão requisitar o material para exibição, afirma o historiador. A ideia é que, caso haja retorno financeiro, isto seja revertido de forma beneficente aos projetos da ACREDITAR (Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro).
 

O Refnews parabeniza o patrício Alberto Helder por esta nobre e incomensurável iniciativa e se orgulha do feito realizado em nome da arbitragem mundial.
 


1950/1978

1968/1980

1978/1988

1989/1998

1999/2000

2001/2003

2004 - Centenário FIFA

2005/2009

2010

2012


In:De Olho no Apito

Reacções:

0 comentários: